terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Soneto - Pedro e Inês

O Cupido não resistiu...
Lançou a seta do amor
Que a vida da Inês destruiu,
Dando à sua alma momentos de mágoa e dor.

Pedro dela não desistiu,
Lutando pela sua alma com rigor,
Mas o fim de esforço consistiu
Na espada fina matando-a sem rancor.

O sofrimento atormentar conseguiu
Um pobre coração que nunca mais sentiu
Nem a alegria, nem o entusiasmo, apenas o terror.

A mãe Natureza para sempre guardou
O sorriso de Inês que nunca mais voltou...
Apenas duas crianças ficaram deste proibido amor.

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